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Centro de Operações de Segurança

Centro de Operações de Segurança permite identificação de 90% das causas de incidentes

Conseguir antecipar ameaças virtuais por meio da automação pode ser crucial para manter a segurança da informação da empresa e agir com mais rapidez em casos de cibercrimes. Estudo feito pela McAfee, empresa de segurança cibernética, denominado Disrupting the Disruptors, Art or Science (Perturbar os Perturbadores, Arte ou Ciência?), mostra que, as companhias que possuem um Centro de Operação de Segurança (SOC), identificam 90% das causas de ataque.

Por outro lado, as que contam com estruturas mais básicas de proteção conseguem determinar a apenas 20% deles. De acordo com a pesquisa, feita com 700 profissionais de TI e segurança, 71% dos Centros de Operações de Segurança mais avançados concluíram as investigações de incidentes em menos de uma semana e 37% finalizaram em menos de 24 horas. 

Dois pontos que garantem a proteção

1. Os SOCs usam a sandbox, ferramenta que isola a execução de programas e seus processos, tornando possível testar as suas operações em um ambiente seguro e controlado. Com isso, obtém até 45% mais valor, melhorando fluxos de trabalho e economizando tempo e dinheiro.

2. A adoção do Centro de Operações Segurança resulta em um modelo operacional mais eficaz: a parceria homem-máquina.

A diferença se deve ao fato de que o caçador de ameaças, profissional que trabalha nos SOCs, é totalmente voltado para a proteção de dados e usa pistas, hipóteses e experiência anteriores para investigar e encontrar hackers.

Ao invés de investir em sistemas de proteção desintegrados para cada ameaça e cada aplicação, adotar um Centro de Operações de Segurança para garantir a otimização de custos e uma visão mais completa das ameaças e dos incidentes, tem ganhado força. Segundo o estudo, 68% das empresas pretendem usar a automação e procedimentos de caça de ameaças.


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