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Cloud híbrida: 3 passos para montar uma estratégia eficaz

Definir a combinação certa e potencializá-la é essencial para o sucesso do ambiente de TI; hoje 77% da carga de trabalho está em uma nuvem privada

A combinação certa entre cloud privada e pública ainda não é praticada na maioria das empresas, segundo levantamento feito pela Hewlett-Packard Enterprise (HPE) com mais de mil companhias no final de 2016. O estudo aponta que, em geral, 77% das cargas de trabalho estão em nuvens privadas e apenas 23% em públicas. E, diante da complexidade das operações de TI – com o aumento da adesão de tecnologias disruptivas e que geram muitos dados, como Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT), inteligência artificial e uso de dispositivos móveis pelos colaboradores -, concentrar todas as cargas de trabalho em apenas uma delas pode comprometer os negócios.  

Isso porque, as soluções pedem alta disponibilidade, segurança e acesso aos dados, e as infraestruturas tradicionais de TI já não são mais capazes de suportar um modelo de desenvolvimento rápido e inovador. Com uma combinação híbrida – com nuvem privada, pública e infraestrutura tradicional de TI – as empresas têm acesso à uma série de vantagens: agilidade e escalabilidade da produção, aumento da produtividade e redução de custos.

Veja, a seguir, três pontos cruciais para montar uma estratégia de cloud computing bem-sucedida:

1. Definição da combinação ideal
O primeiro passo é identificar a combinação correta de cloud – seja privada ou pública – que alimente as necessidades de cada aplicativo e serviço da empresa. A nuvem privada é ideal para armazenar dados que possuem requisitos específicos de segurança;  já a pública para trabalhos temporários ou que apresentem grandes variações na demanda. Por outro lado, o armazenamento tradicional é a melhor opção para aplicativos e softwares que não podem ser movidos para um plataforma em nuvem ou que tenham um perfil de demanda constante e imutável. Para definir a combinação certa, a empresa precisa analisar cada aplicativo em seu inventário de produção e definir onde seria melhor implementado – considerando aspectos como custos, desempenho e segurança.

2. Criação de um ambiente híbrido
Após definir a combinação certa, é preciso implementar a estratégia junto ao hardware, serviços e demais áreas da empresa, e criar um ambiente híbrido, definindo padrões e verificando se as nuvens podem integrar-se diretamente aos ambientes já existentes, incluindo as ferramentas de gerenciamento de TI. Com a ajuda de parceiros e soluções certas, é possível ter uma visão unificada do ambiente geral da infraestrutura híbrida, tanto para o gerenciamento de TI, quanto para os usuários finais das ferramentas.

3. Otimização de acesso
Por fim, é essencial administrar, de forma eficaz, a migração de aplicativos, dados e informações. Para isso, é preciso acompanhar os acessos dos usuários e permitir que eles gerenciem, com toda a facilidade possível, os recursos específicos relacionados a sua função na empresa.

Para saber mais sobre o assunto, baixe o material:

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Imagem: Depositphotos

 

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