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Espaços inteligentes: 3 passos cruciais para a adoção

Com o auxílio de sensores e aplicativos, é possível  transformar ambientes, otimizar processos e aumentar a produtividade; definir os objetivos é o primeiro passo

Controlar a temperatura de um ambiente baseado no número de pessoas, automatizar salas de reunião e acompanhar o fluxo de visitantes dos corredores de um shopping – tudo isso por meio de um aplicativo ou tablet. Assim são os espaços inteligentes, que trazem tecnologia e inovação para o mundo físico. “De maneira prática, significa automatizar ambientes com sensores e dispositivos que se conectam de alguma forma com a infraestrutura da empresa, melhorando e otimizando atividades comuns”, explica Helton Bittelbrunn, gerente de engenharia de sistemas na Hewlett Packard Enterprise (HPE).

Entre os benefícios trazidos estão economia de tempo, agilidade nas tarefas e aumento da produtividade na empresa. “As salas de reunião, por exemplo, são disputadas e muitas vezes acabam desperdiçadas quando um colaborador cancela seu compromisso e não libera o espaço. Com uma sala “inteligente” e equipada com sensores, é  possível consultar se o local está ou não ocupado e se estará liberado nos próximos minutos, o que otimiza o tempo e melhora a rotatividade” ressalta Bittelbrunn. Mas, para tornar a ideia realidade e transformar os espaços de uma empresa, é importante seguir alguns passos:

1. Definir os objetivos

O primeiro passo para ter sucesso é estabelecer os planos e objetivos da companhia. Em um ambiente hospitalar, por exemplo, conexões entre o leito do paciente e os dispositivos médicos podem facilitar o acesso ao prontuário; já no varejo, o uso de sensores pode ser útil para controlar o fluxo de pessoas no ambiente e criar ofertas personalizadas a partir disso. “Tudo depende do foco do negócio. Por isso, é importante definir como a tecnologia pode ajudar a empresa e quais são as melhores formas de colocar a estratégia em prática”, explica Bittelbrunn.

2. Verificar a infraestrutura

Para Bittelbrunn, a conectividade é essencial para o sucesso da operação: tudo parte do princípio de uma rede de conexões. O segundo passo, então, é ter uma estrutura que suporte a integração de objetos. Isso inclui a instalação de sensores e a criação de aplicativos ou outras plataformas que irão se conectar aos dispositivos do ambiente que podem ser, por exemplo, aparelhos de refrigeração, gôndulas de um supermercado ou equipamentos hospitalares.

3. Ter um plano de segurança

A partir do momento em que se conectam muitos dispositivos em uma rede, é preciso estar atento à proteção dos dados. Conscientizar a equipe sobre a melhor forma de uso dos equipamentos, estar sempre preparado para um possível ataque e fazer um constante controle de acesso evita que os hackers aproveitem a rede para se conectar às informações confidenciais da empresa.

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Imagem: Depositphotos

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